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Principais Ideias do Livro “Guerra Cultural na Prática”

Tempo de leitura: 17 min

Escrito por Davi Klein
em setembro 22, 2025

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A política está rio abaixo da cultura, se alguém quer mudar a política, deve antes mudar a cultura” – Anfrew Breitbart.

A maior parte dos textos desse post foram extraidos do livro “Guerra Cultural na Prática”, um livro muito importante para entendermos o cenário político e cultural da atualidade, e sobre o que podemos fazer para restaurar a civilização ocidental de seu eminente colapso.

No pós guerra, acreditava-se que o desenvolvimento social e economico enterraria de vez a ideologia marxista. A guerra cultural foi deixada de lado. Muitos acreditam que o comunismo tinha acabado com a queda do muro de Berlim e o desmantelamento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Porém, o que caiu, foi apenas a parte geopolítica e econômica do marxismo. Enquanto um lado comemorava sua vitória, a esquerda se reorganizava, ainda mais forte…

O campo de batalha deixou de ser a luta armada e passou a ser a luta pelo controle cultural, a luta na esfera cultural.

Antes de uma guerra em sentido próprio, com armas e bombas, há uma guerra de narrativas, símbolos e valores, cujo campo de batalha é a mente das novas gerações.

A primeira coisa que um esquerdista dira a respeito desse tema é: “Guerra cultural? Isso é invenção da extrema direita”. A negação da realidade é um comportamento tipico de esquerdistas.

A instrumentalização da cultura para fins políticos

Ao longo da história humana, a cultura tem sido usada não apenas para registrar e compartilhar valores, tradições e costumes de um grupo humano, mas também para disseminá-los (e muitas vezes os impor).

A cultura que molda, ao longo do tempo, a maneira de pensar do indivíduo e que cria o imaginário coletivo de um povo ou sociedade. É a cultura que molda o pensamento humano, individual ou coletivo.

De maneira breve, podemos definir cultura como o conjunto de valores, crenças, conhecimentos, artes e costumes de um povo.

Atualmente, o que observamos é que há uma guerra cultural em curso, uma batalha por corações e mentes. Os intelectuais e lideres políticos perceberam a força que a cultura tem na construção do imaginário e começaram a utilizá-la como ferramenta política. A cultura passou a ser usada politicamente para influenciar pensamentos, atitudes, discursos, comportamentos e o voto das pessoas.

Essa é uma das táticas principais na “nova esquerda” – A esquerda se utiliza da cultura para impor a sua visão de mundo na sociedade. Ela tem o objetivo de minar os valores tradicionais da sociedade e impor uma nova visão de mundo.

As ações conscientes (planejadas) da esquerda no sentido de remodelar a cultura (e por meio dela a sociedade), não são aleatórias, e sim fruto de um planejamento consciente. Para que novas narrativas fossem construidas e aceitas, todo o edificio cultural tradicional precisava ser demolido. Não apenas elementos culturais óbvios, como literatura, artes, cinema, e musica, mas por meio da imprensa, universidades, escolas, leis e política.

Vemos que os valores tradicionais foram questionados e “atualizados”. Crenças religiosas milenares foram atacadas e novas e criativas interpretações foram trazidas. A “família” como celula mater da sociedade, foi duramente agredida, e o próprio conceito natural de gênero foi afrontado. Quanto mais longe uma pessoa é colocada de suas referências tradicionais e ancestrais, mais fácil é manipulá-la e impor a ela novos conceitos e valores.

REVOLUÇÃO CULTURAL CHINESA

A história está se repetindo… uma sobrevivente do regime comunista chinês e da revolução cultural de MAO chamada Xi Van Fleet, autora do livro “Mao’s America: A Survivor’s Warning”, diz que uma revolução semelhante está ocorrendo aqui e agora. Ela nos alerta para os perigos do marxismo e do comunismo.

Em uma entrevista, perguntaram para a autora. “Você pode descrever como foi a Revolução Cultural Chinesa através dos seus olhos?”

“Se eu tivesse que usar uma palavra para descrever isso, seria CAOS. Era de fato um mundo virado de cabeça para baixo, cheio de insanidade e violência. Coisas que tínhamos tomado como certas foram condenadas como burguesas e contrarrevolucionárias e precisavam ser canceladas ou destruídas. Fomos solicitados a questionar tudo o que era tradicional. E nos disseram que havia inimigos de Mao ( opressores ) no meio de nós, que poderiam incluir amigos, vizinhos, familiares, até mesmo nossos próprios pais, e que precisávamos expô-los e denunciá-los se descobertos. Todos estavam freneticamente tentando se alinhar com o lado “correto” ( oprimido ) para evitar acabar como alvo dos Guardas Vermelhos.”

Depois, perguntaram a autora: “A adaptação à vida nos Estados Unidos foi um processo — você notou que levou anos para desaprender a mentalidade da China de Mao. Quais foram algumas das primeiras diferenças que você notou?”

Uma das primeiras diferenças que notei foi a diversidade de ideias e opiniões. Crescendo na China de Mao, eu estava acostumado a uma única maneira de pensar, a maneira correta de pensar aprovada e governada pelo Partido Comunista Chinês (PCC). Infelizmente, mais de 30 anos depois, vejo que os Estados Unidos estão se tornando mais parecidos com a China que deixei. O Wokeísmo nos diz que existe apenas uma maneira correta de pensar. Se você questionar isso, será chamado de racista, intolerante ou extremista.

A revolução na China e a revolução que está ocorrendo aqui são ambas revoluções marxistas culturais. Ambas visam desmantelar a sociedade e sua tradição. Ambas impõem uma Cultura do Cancelamento. Ambas usam a política identitária para dividir as pessoas e colocá-las umas contra as outras. Ambas usam a juventude como arma para realizar a revolução por meio da doutrinação. Ambas compartilham o mesmo objetivo: alcançar o poder absoluto para que poucos governem a maioria.

“Eu só quero que o povo americano saiba que o que está acontecendo em nossa escola e em nosso país é realmente uma repetição da Revolução Cultural Comunista na China, e quero que as pessoas vejam as semelhanças aterrorizantes entre as duas situações. Eles usam a mesma ideologia, a mesma metodologia, até mesmo o mesmo vocabulário. E com o mesmo objetivo. A ideologia é o marxismo cultural. E fomos divididos em grupos como opressores e oprimidos. Aqui usamos raça, e eles são a classe de uso. As pessoas aqui que têm um pensamento diferente da luta de classes foram rotuladas como racistas. Na Revolução Chinesa, o rótulo era contrarrevolucionário. Portanto, é um chapéu que serve para todos. E uma vez que o chapéu está na sua cabeça, sua vida está arruinada. E a metodologia de ensino também é muito parecida. É a cultura do cancelamento. Na China, basicamente cancelamos toda a civilização pré-comunista”.

Um dos exemplos mais notórios do uso político da cultura foi a Revolução Cultural Chinesa (1966-1976) também conhecida como Grande revolução cultural proletária – que tinha o objetivo declarado de reforçar o pensamento comunista.

No entanto, mais do que fortalecer o maoismo, a Revolução cultural chinesa se estruturou para acabar com qualquer resquício de oposição política, econômica e intelectual. Pessoas que eram tidas como pertencentes a alguma das Cinco Categorias Negras, segundo a classificação maoista (proprietários de imóveis, proprietários de terras, contrarrevolucionários, “maus influenciadores” e direitistas) eram perseguidos e suas propriedades eram confiscadas pelo Estado.

A seguir é demonstrado como a imposição de uma cultura revolucionária pode ser genocída. Além de perseguir e matar escritores, professores e artistas considerados como “más influencias”, iniciou-se uma forte campanha de desinformação típica de regimes comunistas (um dos grandes filósofos da china, Confucio, que elevou os padrões morais daquela nação, foi extirpado da cultura e imaginário chinês por Mao).

Antes de apagar os ensinamentos do sábio, era preciso acabar com a sua reputação (assassinato de reputações é uma técnica de desinformação desenvolvida na Rússia e depois disseminada no mundo comunista).

Não só o confucionismo foi atacado, mas como toda a tradição chinesa, no que os revolucionários chamaram de os Quatro Velhos: velhas ideias, velha cultura, velhos costumes e velhos hábitos. Desse modo, toda forma de arte pré-revolucionaria (toda a forma de arte produzida na China) foi considerada inimiga: quadros, livros, monumentos e templos milenares foram atacados, religiões foram perseguidas, sobretudo o Cristianismo, que até hoje é hostilizado no país.

A conquista da esquerda da esfera cultural

Ressalta-se que o aparelhamento dos meios de ação culturais pela esquerda brasileira se deu, em grande medida, a partir do período em que, classicamente, os intelectuais marxistas dizem ter sido mais perseguidos. Foi durante o regime militar que representantes do marxismo cultural viram florescer suas produções. Na música, no cinema, na literatura, no teatro e, sobretudo, na televisão, a esquerda oferecia doses cavalares e diárias de socialismo, desfarçadas (nem sempre) nos enredos das novelas, nas letras das músicas, nos roteiros das peças e nas cenas dos filmes.

Nas universidades federais, onde se forma o intelectual militante, a esquerda dominou completamente os espaços, sobretudo nas faculdades de humanas. Tudo isso aconteceu com o consentimento dos militares, que acreditavam que, ao dar de bom grado o controle da indústria cultural brasileira para a esquerda, esta iria se “comportar” e o pais seria pacificado.

Durante muitos anos, o PT e o PSDB viveram uma falsa disputa ideologica, se apresentavam como ocupantes de polos opostos mas ambos eram do mesmo campo esquerdista. O PSDB é uma espécie de esquerda fabiana, ou soft left (o fabianismo é uma doutrina que acredita que a sociedade deve evoluir, pragmatica e gradualmente, por meio de reformas, para o socialismo.) Pode ter um viés liberal em matéria economica, mas em termos de valores é de esquerda.

O Emburrecimento Promovido por Antonio Gramsci no Brasil

Gramsci e Escola de Frankfurt influenciaram muito a esquerda brasileira, formaram juntos o ariéte que iria derrubar a civilização ocidental.

Isso se daria por meio da implementação da uma nova ordem moral e cultural, apagando qualquer resquício, como vimos anteriormente, da tradição, das crenças religiosas e da cultura clássica.

A deteorização cognitiva e moral nas “cabeças pensantes” brasileiras foi tremenda e quase total.

A Hegemonia Cultural é um conceito criado pelo marxista italiano Antonio Gramsci, que propõe, resumidamente, a dominação ideológia por meio do uso de mecanismo culturais. As teorias de Gramsci causaram um estrago fenomenal no estamento cultural brasileiro.

Com algumas discordâncias em relação ao marxismo clássico, ele entendia que a dominação por meio da violência só poderia acontecer em Estados ditatoriais e totalitários que, a longo prazo, não eram sustentáveis.

LUTA ARMADA -> HEGEMONIA CULTURAL (substituição da luta armada pela dominação do pensamento coletivo).

Segundo o italiano, ainda que não tenha rechaçado a luta armada, era mais eficiente controlar os meios culturais e, usando-os como propagadores da ideologia marxista, impor a sociedade sua maneira de ver o mundo. Ele entende que a transformação social não aconteceria por meio de revoluções armadas, mas sim pela penetração no pensamento da sociedade, que se daria através dos meios culturais a médios e a longo prazo, promovidos pela intelectualidade simpática ao marxismo.

iNTELECTUAIS ORGÂNICOS – Defensores e propagadores do marxismo. Podemos identificar esse intelectual orgânico na academia (professores e alunos), na imprensa (jornalistas), na cultura (artistas, cantores), nos politicos ideologicamente alinhados e na Igreja (Teologia da libertação) e até no âmbito jurídico.

Nota-se que o sistema hegemônico se retroalimenta: universidades formam profissionais (professores, jornalistas, advogados, cientístas políticos, etc) que reproduzem pensamentos já previamente estabelecidos do ponto de vista marxista, os jornalistas, formados por esses professores, produzem notíciais desde uma perspectiva esquerdista que, por sua vez, influenciam até mesmo decisões judiciais.

O professor Olavo comentava que “Enquanto não tivermos influencia nos meio de ação (academia, imprensa, judiciário, meio artístico) não será possível mudar a política do Brasil.

A Omissão dos militares no campo da guerra cultural

Os militares abriram as portas para a revolução gramsciana. A direita saiu da política nacional, porque, com a complacência e até a ajuda do governo militar, foi primeiro banida da cultura nacional.

Quando terminou a era dos governos militares, em 1988, só quem era ainda conservador no Brasil era o povão mudo, desprovido de canais para fazer valer suas opiniões, enquanto o espaço cultural inteiro – mídia, movimento editorial, universidades, escolas secundárias e primárias, etc. – já era ocupado, gostosamente, pela multidão de tagarelas da esquerda que ainda mandam e desmandam no panorama mental brasileiro. Aos sucessos retumbantes que obteve na economia e no combate às guerrilhas, a ditadura aliou, em triste compensação, uma cegueira ideológica indescritível, que expulsou a direita do cenário público e entregou o espaço inteiro àqueles que até hoje o dominam.

A grande ironia das duas décadas de governo militar foi que este, movendo céus e terras para liquidar a esquerda armada, nada fez contra a desarmada, mas antes a cortejou e protegeu, permitindo que ela assumisse o controle de todas as instituições universitárias, culturais e de mídia, fazendo daqueles vinte anos, alegadamente “de chumbo”, uma época de esfuziante prosperidade da indústria das idéias esquerdistas no Brasil. Vasculhem a história do período e verão que, se o governo perseguia e amaldiçoava a violência guerrilheira, ao mesmo tempo nada fazia para combater o comunismo no plano ideológico, muito menos para ensinar à nação o valor perene dos princípios conservadores, que pouco a pouco foram caindo no total esquecimento até tornar-se como que uma língua estrangeira, desaparecida do cenário público decente já antes de que os líderes esquerdistas mais notórios voltassem do exílio.

O intelectual brasileiro – é aquele que ostenta virtudes de se achar grande protetor dos fracos e oprimidos, como o tutor dessa parcela da população – essa é sua razão de ser no mundo. Em nome da “democracia e justiça social” são feitas as maiores transgressões morais.

O que é o fascismo?

Benito Mussolini, num discurso proferido na Câmara dos Deputados no dia 26 de maio de 1927, disse uma frase que define concisamente a ideologia do fascismo: “Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”.

“Tudo está no Estado e nada que é humano existe ou tem valor fora do Estado” – Nada mais distante do pensamento de direita, que entende que o Estado não pode se sobrepor ao individuo quanto as suas escolhas.

Para os Fascistas, o Estado era o pai, o líder da família, que decidia o que era melhor para o seu futuro. O indivíduo só seria pleno no conjunto do Estado, não havendo mais separação entre o público e o privado. Gentile era um grande admirador de Karl Marx (escreveu até um livro sobre a obra de Marx chamado (La filosofia di Marx). Assim como o ídolo, Gentile também se identificava como ateu, o que também explica o avnaço sobre os bens da Igreja, proposto no Manifesto.

Apesar de sua admiração por Marx, Gentile não acreditava no comunismo puro e simples. Para ele o socialismo estava fortemente vinculado ao nacionalismo e teria que partir dessa premissa para ter êxito. Vale lembrar que a palavra “nazista” era o acrônimo para o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.

Fascismo e nazismo são de direita? Tese que é defendida pelo estamento.

O fato é que tanto como o nazismo, o fascismo e o comunismo são ideologias nefastas, totalitárias e genocidas. No entanto, nesse ambiente de Guerra cultural dominado pela hegemonia esquerdista, todas as informações sibre as atrocidades do comunismo são suprimidas do debate público. Por isso é importante rompermos com esse espiral do silêncio.

Não há regime socialista no mundo no qual os seus dirigentes não gozem de todos os privilégios e luxos do capitalismo enquanto a população passa fome. É uma regra desse modelo.

Escola de Frankfurt

Até hoje, os postulados propostos pelos expoentes desse grupo, continuam a influenciar o jogo político.

Os frankfurtianos perceberam que o materialismo histórico, proposto por Marx e Engels, já não daria conta das contradições do socialismo, e propuseram uma “teoria crítica” que adaptaria os preceitos do marxismo para além da luta de classes e da revolução armada.

“Eles não demoraram a encontrar a resposta: a verdadeira e mais efetiva revolução é a do pensamento. E esta deve se desenvolver de um modo não violento e de forma paulatina, por meio da subversão de todas as esferas da cultura” – Cristian iturralde

O benefício socioeconomico promovido pelo capitalismo, a melhora nas condições de vida do trabalhador, fez com que fosse necessária uma nova orientação as massas.

Tanto os frankfurtianos quanto Gramsci entendiam que a revolução armada não funcionaria nos países ocidentais, entenderam que o dominio da cultura seria muito mais eficiente para a revolução.

A escola de Frankfurt traz os elementos da “minorias”, o que nos legaria questões de gênero, linguagem, homossexualismo, feminismo, etc.

“A teoria crítica se abstinha de propor qualquer remédio para os males do mundo e buscava apenas destruir: destruir a cultura, destruir a confiança entre as pessoas e grupos, destruir a fé religiosa, destruir a linguagem, destruir a capacidade lógica, espalhar por tda a parte uma atmosfera de suspeita, confusão e ódio. Uma vez atingido esse objetivo, alegavam que a suspeita, a confusão e o ódio eram a prova da maldade do capitalismo. Com toda a certeza, a influência da Escola de Frankfurt, a partir dos anos 60 do século passado, foi muito maior sobre a esquerda nacional que a do marxismo-leninismo clássico.”

Os teóricos alemães compreenderam que para atingirem o mundo ocidental, não seria mais os proletariados que liderariam a revolução. Quem liderou o avanço da pauta esquerdista, preparando o terreno para as açoes políticas, foram os intelectuais, a academia – por meio da penetração do pensamento, das consciências, através da manipulação mental, que as pessoas trabalhassem para a revolução sem o saber.

Tolerância Repressiva

Esse modo de ataque constante e automático da esquerda de rotular seus adversários com “palavrões históricos” não é novidade. Nos ultimos anos, não apenas no Brasil, ficou evidente a tentativa de adesivar as pessoas e os políticos de direita com o rótulo de fascista.

Uma normativa do Comite Central do Partido Comunista da União Soviética ordenava: “Nossos camaradas e os membros das organizações amigas devem continuamente envergonhar, desacreditar e degradar os críticos. Quando os obstrucionistas de tornarem muito irritantes, deve-se etiquetá-los como fascitas ou nazistas. Essa associação de ideias, depois das repetições suficientes, cabará sendo uma realidade na consciência das pessoas.”

Herbert Marcuse, um dos mais proeminente teóricos da Escola de Frnakfurt, lança o ensaio “Tolerância repressiva”, no qual diz de forma explicita “deve-se tolerar os movimentos da esquerda, mas ser intolerante com os movimentos da direita” – De acordo com esse conceito, a repressão praticada pelos conservadores é intoleravel, mas a repressão praticada pela esquerda é toleravel e libertadora. Toda a esquerda seguiu a risca os ensinamentos de Marcuse de que “Não se deve dar margem a oposição”.

Todas essas pseudoteorias tinham um objetivo político, o cumprimento maior do marxismo: a destruição da sociedade como estava estabelecida e a substituição por outra, revolucionária e socialista.

“Na verdade o que se buscava com tudo isso era sobretudo esteriotipar de modo negativo, supostamente cientifico, certas atitudes, tradições e valores da sociedade ocidental cristã, para conseguir primeiro a sua condenação social e logo seu castigo, arrastando-os a certa marginalidade enquanto ao mesmo tempo os setores minoritários eram direta e indiretamente “empoderados”, naturalizando suas particularidades, contanto que fossem contrários a velha e vigente ordem sociocultural e religiosa.”

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