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Por Que Só Existe Uma Única Verdade e Uma Só Religião Verdadeira

Tempo de leitura: 20 min

Escrito por Davi Klein
em maio 25, 2025

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Muitos dos textos abaixo foram retirados do livro “É razoável Crer” de Alfonso Aguiló e do livro “Por que sou Católico” do professor Felipe Aquino. Recomendo muito a leitura dessas dois livros para uma melhor compreensão sobre a verdadeira religião fundada por Deus.

A verdade, se não for integral, é aliada da mentira.” J. Sábada.

A fé católica tem 2000 anos, recebida diretamente de Jesus Cristo pelos apóstolos e conservada até hoje intacta pelo Magistério da Igreja sob o governo dos 267 papas que já sucederam São Pedro.

Jesus declara a Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” – Mateus 16:17-18

A Igreja católica é a unica que foi fundada expressa e diretamente por Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, Deus verdadeiro. Isto é o que faz dela a única Igreja autêntica. As outras são invenções dos homens.

Sò Deus tem o poder e a autoridade de fundar A Religião e A Igreja. O resto é falsidade, engano dos homens.

Todos os santos e santas amaram a Igreja com um amor imenso, dedicando a ela toda a sua vida.

Santa Teresa de Ávila dizia: “Procurai a limpeza de consciência e humildade, deprezo de todas as coisas do mundo e fé inabalável no que ensina a Santa Madre Igreja”.

Infelizmente essa boa Mãe é tantas vezes mal amada por muitos dos seus filhos. Muitos não a conhecem, e por isso não a amam. A desprezam, a criticam, a ofendem, sem perceber que estão ofendendo e magoando o próprio Jesus que a fundou e que é a sua cabeça.

Da na mesma uma religião como outra?

Muitos podem dizer: “Embora eu creia, há muitas religiões que se podem escolher. Todas as religiões são boas.” A parte de algumas degenerescências estranhas, que são como a exceção que confirma a regra, todas levam a fazer o bem, exaltam sentimentos positivos e satasfazem em maior ou menor medida a necessidade de transcendência que todos temos. No fundo, dá na mesma uma religião como a outra. Além disso, por que não há de ser possível que haja várias religiões verdadeiras?

Certamente, é preciso ter o espírito aberto e apreciar tudo o que possa haver de positivo nas diversas religiões, mas parece-me que não se pode pensar seriamente que haja várias que sejam igualmente verdadeiras. Se há um só Deus, não pode haver senão uma verdade divina e uma só religião verdadeira.

Uma coisa é ter o espírito aberto e outra muito diferente dizer que cada qual fabrique a sua religião e que não se preocupe porque, afinal de contas, todas são verdadeiras. Por isso, observava Chesterton que: “Ter uma mente aberta é como ter a boca aberta: não é um fim, mas um meio. E o fim, dizia com senso do humor, é fechar a boca mordendo algo sólido.”

Não é sério dizer que podem ser verdadeiras ao mesmo tempo religiões diversas, que se opõem em muitas das suas afirmações e exigências. Se dois e dois são quatro, e alguém dizer que são cinco, cai num erro. Mas se, além disso, diz que uma soma é tão boa como a outra, pode dizê-lo, porque felizmente há liberdade de expressão, mas incorre num erro ainda mais grave.

A sensatez da decisão humana sobre a religião não está, portanto, em escolher a religião que agrade a pessoa e que mais a satisfaça, mas em acertar com a verdadeira, que só pode ser uma. A religião não é como escolher num supermercado o produto mais atraente.

Então você acredita que o Cristianismo é a verdade para todos? É lógico, pois sou cristão. Se alguém não acredita que a sua fé é a verdadeira, então simplesmente não tem fé.

Quer dizer que todos os que professam uma religião diferente da cristã estão completamente enganados? Completamente não. Aderir a verdade cristã não é como aderir a um princípio matemático. A revelação de Deus pode chegar a uma pessoa aos poucos, e, por outro lado, nem toda a verdade parcial tem por que ser um completo erro.

Muitas religiões terão uma parte que será verdade e outra que conterá erros (exceto a verdadeira que, logicamente não conterá erros). É por essa razão que a Igreja Católica, assim declarou o Concílio Vaticano II, não rejeita nada do que haja de verdadeiro e de santo nas outras religiões. Podem refletir uma centelha da Verdade que ilumina todos os homens.

A Igreja está superada?

A Igreja oferece uma esplêndida oportunidade de transformar a própria vida dos homens e da sociedade.

Temos que tomar cuidado com as simplificações perigosas que dizem que “Cristo veio aqui simplesmente para transmitir uma mensagem de paz e de amor”. Se Cristo for interpretado dessa forma, a figura de Cristo é reduzida a um mero pensador antigo com uma filosofia mais ou menos atraente e com mensagens realmente interessantes.

As verdades de fé ou as exigências da moral não podem ser tratadas como se o que menos importasse fosse a verdade, e o mais importante fosse ser eficaz, ter muitos seguidores ou ser moderno. A verdade é mais importante que ser moderno ou ter muitos seguidores.

A Igreja tem que adaptar-se aos tempos, é verdade, e precisa de uma contínua renovação: na linguagem, na catequese, nos modos de comunicar-se e expandir-se. Mas tem de manter a sua identidade, sem ceder no núcleo fundamental da sua mensagem. O seu objetivo não é estar do lado da maioria nem satisfazer as demandas do marketing do momento. Para a Igreja, como dizia Thoureau, o mais importante não é o novo, mas o que nunca foi nem será velho.

Todas as religiões são boas?

Esses são trechos do livro “Por que sou católico” do professor Felipe Aquino:

É ilogico dizer que todas as religiões são equivalentes entre si, pois elas propõem Credos (o que se deve crer) diferentes, que se excluem mutualmente.

Algumas religiões professam o politeísmo (muitos deuses), outras o panteísmo (tudo seria Deus), ou o monoteísmo (há um só Deus). Veja, na questão mais essencial da religião, isto é, a concepção de Deus, já há uma enorme diversidade, que se excluem mutualmente, como então querer que todas as religiões sejam equivalentes e igualmente boas? É ilógico e irracional. Então há que se descobrir a Verdade.

Jesus não é um salvador a mais, ao lado de outros tantos: Buda, Moisés, Zaratrusta, Lao-Tse, Confúcio, Maomé… Não, Ele é o único que provou ser Deus.

Todos os homens, e também esses religiosos fundadores de seitas e religiões, precisam da salvação que vem de Jesus Cristo. Ele é a porta da salvação para todos: “Se alguém entra por mim, será salvo”. Não há exceção para nenhum homem.

Sera que algum desses pretensos “iluminados” provou que era Deus e morreu pelos seus adeptos e discípulos numa cruz? Consta que Buda ressuscitou? Consta que Maomé ressuscitou? Consta que o reverendo Moon caminhou sobre as águas? Sera que o frei Martinho Lutero provou a sua divindade? Sera que Joaão Calvino, João Knox, John Smith, John Wesley, Joseph Smith, Charles Ruzzel, Charles Parham, etc, apresentaram “credenciais divinas” para fundar outras igrejas, além daquela que Jesus já tinha fundado? Nada consta. Será que os Srs. Edir Macedo, Confúcio, Lao Tsé, Massaharu Taniguchi, Meishu Sama, David Brandt, Helena Blavatsku, podem ser comparados com Jesus Cristo? Que loucura! Quanta ofensa Aquele que disse: “Eu sou a luz do mundo”

“O Espírito Santo diz expressamente que nos tempos vindouros, alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas diabólicas.” 1 Tim 4,1

Porque virá o tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Tendo nos ouvidos o desejo de ouvir novidades, escolherão para si, ao capricho de suas paixões, uma multidão de mestres. Afastarão os ouvidos da verdade e se atirarão as fábulas.” 2 Tm 4,2-4

A salvação trazida a terra por Jesus, selada com o seu Sangue, é definitiva, irrevogavel, insubstituivel. Ele deixou isto claro ao afirmar: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, Ninguém vai ao Pai senão por mim” (Jo 14,6)

Veja, Ele não disse eu sou “um” caminho, como se houvesse muitos, não. Ele disse eu sou “o”, “a” vida, “a” verdade.

Jesus não é simplesmente um grande profeta ou um grande chege místico iluminado como tantos que já surgiram, não, Ele ultrapassa todas essas categoriais humanas, Ele é o próprio Deus encarnado, feito homem para sempre, sem deixar de ser Deus.

Para que a humanidade fosse salva, isto é, pudesse voltar para junto de Deus, reconciliada com o Criador, a culpa dos seus pecados deveria ser paga diante da justiça de Deus. E não havia um homem sequer, por mais santo que fosse, que podesse pagar esta conta. Então, o Verbo de Deus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, por amor a cada um de nós, aceitou se encarnar e assumir nossa natureza, carne e sangue, para, como homem, e no lugar de cada homeme, pagar a justiça divina o preço dos seus pecados. Isto é a salvação. Só Jesus a pode realizar.

Os pecados dos homens assumem proporções infinitas diante de Deus, já que a Sua Majestada ofendida é infinita. Assim, somente Alguém que fosse, ao mesmo tempo, homem e Deus perfeitamente poderia reparar as ofensas da humanidade diante da Justiça de Deus, pois somente Ele poderia oferecer um resgate de valor infinito. Foi o que Jesus fez, e que nenhum outro homem poderia fazer. “Não é por bens perecéveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados (…) mas pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro imolado e sem defeito algum.” (1Pe 1,18)

É por isso que São Pedro disse aos judeus: “Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4,12)

São João Batista, ao apresentar Jesus ao povo judeu, disse: “Este é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1,29).

Só Jesus pode tirar o pecado do mundo, em cada tempo e em cada lugar, pois só Ele pode pagar o preço dos pecados da humanidade. João disse “Este”, não há outro. Jesus é, portanto, o único salvador;

Todas as religiões que não apresentam Jesus como o único Salvador do homem, são falsas e perigosas, porque dão a impressão de uma salvação que não é verdadeira.

“Porque virá o tempo em que os homens já não suportarão a são doutrina da salvação. Tendo nos ouvidos o desejo de novidades, escolherão para si, ao capricho de suas paixões, uma multidão de mestres. Afastarão os ouvidos da verdade e se atirarão as fábulas” (2 Tim 4,2-4)

É o que vemos hoje “falsos profetas”, “doutrinas diabólicas”, “Multidão da mestres”, “milhares de fábulas”

A única religião que Jesus fundou foi a que subsiste na Igreja Católica, que tem 2000 anos e que nunca ficou sem um chefe, sucessor de Pedro, que Jesus escolheu.

Todas as demais religiões ou seitas foram fundadas por simples mortais, e não por Deus.

Só existe salvação na Igreja Católica

Somente a Igreja Católica foi instituida por Jesus e necessária para a salvação

A Igreja católica não foi fundada por um Bispo, um Papa ou um outro iluminado qualquer.

Foi o próprio Jesus quem instituiu a Igreja para levar a salvação que Ele conquistou com o seu sangue a todos os homens de todos os tempos e lugares, até Ele voltar para entregar tudo a Deus novamente.

O pecado, desde a origem, dispersou a humanidade, queboru a unidade e a comunhão dos homens com Deus, já no início da humanidade, rompeu o plano de amor que o paraíso terrestre nos mostra de maneira figurada.

Deus Pai, nos criou para Si, para que fôssemos a Sua família, destinados a participar da Sua comunhão íntima e desfrutar da Sua vida bem aventurada, isto é, da sua felicidade perfeita, absoluta. Este é o sentido bíbico de Deus ter colocado o homem em seu jardim, o Éden.

O pecado é toda ofensa a Deus, a mais trsite realidade deste mundo, rompeu o belo Plano de amor e dispersou os filhos de Deus, dilacerou a Sua família. O homem se perdeu, se afastou do Criador, a fonte da sua vida e da sua felicidade, por tentação do demônio e por culpa própria. Não quis ser fiel a Deus.

Mas Deus não poderia ter impedido o homem de pecar? Deus não poderia ter impedido o homem de pecar porque o criou livre “a sua imagem e semelhança” (Gen 1,26). Não fosse assim, o homem não seria belo como é, dotado de inteligência, vontade, consciência, etc, seria apenas um robô, uma marionete, um teleguiado.

Através do seu FIlho único, Jesus, e através da Igreja, o Pai quis, então, refazer a Sua obra e trazer de volta os seus filhos para a Sua Comunhão, reunir de novo a Sua família com Ele. O Catecismo da Igreja Católica ensina que: “A convocação da Igreja é a reação de Deus ao Caos provocado pelo pecado” (CIC 761)

Isto quer dizer que a Igreja Católica é o remédio que Deus providenciou para trazer de volta para si todos os homens. Isto é para salvá-los. Para isto, Jesus desceu dos céus, se fez homem encarnando no seio de Maria Virgem, e morreu para conquistar o perdão dos nossos pecados diante da justiça de Deus.

Jesus fundou a Igreja para continuar a sua obra de salvação e levá-la a cada homem, de cada povo e de cada nação, até que Ele volte para consumar esta obra.

Mas não pense que a Igreja fundada por Jesus seja como um clube de seus seguidores, ou apenas uma instituição humana; não, ela está muito além de um simples instituição de homem. Ela é o próprio Cristo vivo, é o seu Corpo Místico. Cada um que é batizado é enxertado em Jesus, como um ramo é enxertado em um tronco e passa a fazer parte dele. Pela Igreja somos membros de Cristo, não sócios de um clube.

Santo Agostinho, há 1600 anos, assim explicou esta verdade:

“Alegramo-nos, portanto, e demos graças por nos termos tornado, não somente cristãos, mas o próprio Cristo. Compreendeis irmãos, a graça que Deus nos concedeu ao dar-nos Cristo como Cabeça? Admirai e rejubilai, nós nos tornamos Cristo, com efeito uma vez que Ele é a Cabeça, e nós somos os membros, o homem inteiro é constituido por Ele e por nós. A plenitude de Cristo é, portanto, a Cabeça e os membros, que significa isto: a cabeça e os membros? Cristo e a Igreja.”

“Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja” Colossensse 1:17

Um dia, Jesus disse a Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não revalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus” (Mt 16:18-20)

Com essas palavras Jesus se dirigiu a Pedro para confiar-lhe o mandato de governar “a Sua” Igreja, deixando claro que a Igreja é “propriedade” Dele (“minha”).

É preciso notar com atenção várias coisas nestas palavras de Jesus. Ele disse “a minha igreja”, isto é, no singular e de maneira determinada. Ele não disse a Pedro, sobre ti edificarei “uma” Igreja, de maneira indeterminada, como se pudesse haver outras, mas “a” minha Igreja, no singular. Usou o artigo definido e no singular.

Só há, então, uma Igreja Dele. A que entregou a Pedro para apascentar, junto com os apóstolos. Logo, a Igreja de Cristo é a Igreja de Pedro, é a Igreja Católica. Não há como tirar outra conclusão desses palavras claras de Jesus.

Tendo eles comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, amas-me mais do que estes?”. Respondeu ele: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. Disse-lhe Jesus: “Apascenta os meus cordeiros”. Perguntou-lhe outra vez: “Simão, filho de João, amas-me?”. Respondeu-lhe: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. Disse-lhe Jesus: “Apascenta os meus cordeiros”. Perguntou-lhe pela terceira vez: “Simão, filho de João, amas-me?”. Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez: “Amas-me?” –, e respondeu-lhe: “Senhor, sabes tudo, tu sabes que te amo”. Disse-lhe Jesus: “Apascenta as minhas ovelhas.* – Evangelho de João 21:15-17

Pedro já teve 267 sucessores (os Papas) para que a missão da Igreja continuasse até o fim da histporia dos homens. A Igreja foi fundada para existir até o fim do mundo. “Eis que eu estou convosco todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28,20). É por isso que o Papa e os bispos têm sucessores, a Igreja deve durar até Jesus voltar, e ninguém sabe quando será.

Todas as outras igrejas que surgiram foram frutos da separação de uma facção que não conservou a sucessão apostólica e nem a sucessão de Pedro. Por isso, não são Igrejas. A Igreja Católica é necessária para a salvação.

Jesus afirmou que ninguém pode entrar no Reino de Deus “se não renasce pela água e pelo Batismo” (Jo 3,5), quer dizer, se não recebe o Batismo que incorpora a pessoa na Igreja, o Corpo de Cristo.

Foi Ele mesmo que determinou aos Apóstolos, antes de sua Ascensão ao céu: “Ide por todo o mundo, e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,15).

Como disse o Concílio Vaticano 2 “Esta Igreja Peregrina é necessária a salvação”. “Somente Cristo presente para nós em seu Corpo, que é a Igreja, é o Mediador e a via da salvação; ora, Ele, inculcando expressamente a necessidade da fé e do Batismo, confirmou também a necessidade da Igreja, na qual os homens entram mediante o Batismo como por uma porta”.

“Não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus, mediante Jesus Cristo, como instituição necessária, apesar disto não querem nela entrar ou nela perseverar”

E aqueles que não conhecem a Igreja e o Evangelho? Explica a Igreja: “Aqueles que, sem culpa, ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus de coração sincero e tentam, sob o influxo da graça, cumprir por obras a Sua vontade, conhecida através dos ditame da consciência, podem conseguir a salvação eterna”.

“Cremos que esse única e verdadeira religião subsiste na Igreja Católica, a quem o Senhor Jesus confiou a tarefa de dinfundi-la aos homens todos, quando disse aos apóstolos: “Ide, pois, e ensinai aos homens todos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-lhes a guardar tudo o que vos mandei” Por sua vez, estão os homens todos obrigados a procurar a verdade, sobretudo aquela que diz respeito a Deus e sua Igreja e, depois de conhecê-la, a abraça-lá e praticá-la.

Esta á a única Igreja de Cristo, que no Símbolo (Credo) confessamos UNA, SANTA, CATÓLICA, APOSTÓLICA, que nosso Salvador, depois da sua ressurreição, entregou a Pedro para apascentar e confiou a ele e aos demais apóstolos para propagar e reger, erguendo-a para sempre como coluna e fundamento da verdade. Esta Igreja constituida e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele.

Pois somente por meio da Igreja Católica de Cristo, a qual é meio da salvação, pode ser atingida toda a plenitude dos meios da salvação. Cremos que o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança somente ao Colégio dos Apóstolos, do qual Pedro é o chefe, a fim de constituir na terra um só Corpo de Cristo, ao qual é necessário que se incorporem plenamete todos os que, de alguma forma, já pertencem ao Povo de Deus.

A Igreja Católica é, portanto, o lugar em que a humanidade deve reecontrar a sua unidade e a sua salvação.

Já no primeiro século do Cristianismo era usada a expressão “Igreja Católica”. Católica quer dizer universal, que atinge o mundo todo. A encontramos nos escritos de Santo Inácio de Antioquia, que foi devorado pelos leões no Coliseu de Roma, no ano 107:

“Onde está o Cristo Jesus está a Igreja Católica”

Santo Agostinho (350-430) dizia que “A Igreja é o mundo reconciliado”. A Igreja recebeu as chaves do Reino dos Céus para que se opere nela a remissão dos pecados pelo sangue de Cristo e pela ação do Espírito Santo. É nesta Igreja que a alma revive, ela que estava morta pelos pecados”.

Alguns podem perguntar: Por que a Igreja? Não basta ter fé em Jesus Cristo?

A resposta é que foi o próprio Jesus quem quis a Igreja como prolongamento de sua presença salvadora no meio dos homens. Ela é o próprio Cristo presente misteriosamente, pelos Sacramentos, no meio dos homens. Ele nos deu a Igreja e o seu Credo, como garantia de que não estamos seguindo apenas o nosso bom senso, ou uma religiosidade amorfa, subjetiva, mas que estamos seguindo o caminho de Deus.

Quem pergunta: “Por que a Igreja?”, incorre no mesmo erro de quem pergunta: “Por que Cristo?”. Cristo veio do Pai e deixou a Igreja. O Pai enviou Jesus para a salvação do mundo e Cristo enviou a Igreja. Jesus disse muitas vezes aos apóstolos. “Assim como o Pai me enviou eu vos envio a vós” (Joa 20,21)

Num Cristianismo sem a Igreja instituida por Cristo, sobre Pedro e os Apóstolos, o próprio Cristo ficaria mutilado, como que degolado, pois a Igreja é o seu Corpo Místico, isto é, pelo Batismo cada cristão se une a Ele formando a nova família de Deus. Como disse Teilhard de Chardin “Sem a Igreja, Cristo de esfacela”

Só a Igreja Católica Tem 2000 Anos

Pela história da Igreja Católica você pode ver com clareza a sua divindade. Daí se pode ver como se cumpriu até aqui a promessa de Jesus a Pedro: “As portas do Inferno jamais prevalecerão sobre ela” (Mt 16,18)

Nenhuma instituição humana sobreviveu a tantos golpes, perseguições, martírios e massacres durante 2000 anos, permanecendo intacta, e nenhuma instituição humana teve uma sequência ininterrupta de governantes. Já são 264 Papas desde Pedro até o Papa atual Leão XIV. Eram 12 apóstolos e hoje existem mais de 5000 bispos (seus sucessores).

E sempre foi assim. Sempre que a Igreja Católica pareceia sucumbir nas tormentas do mundo, surgia uma força invisível que a sustentava e reerguia, na maioria das vezes aconteceu pela ação dos santos, os gigantes da Igreja.

Estimam os historiadores da Igreja em cem mil mártires nos três primeiros século de perseguição do Império Romano. No ano 313, Constantino assinou o Edito de Milão, que proibia a perseguição dos cristãos, depois de três séculos de sangue. Depois, no ano 380, o imperador Teodósio, cristão, declarava o Cristianismo como a religião oficial de todo o império. Estava revogado o paganismo em Roma.

Depois disso, o imperador Juliano, chamado pela história de “o apóstata” ainda tentou eliminar o Cristianismo, mas não conseguiu, já era tarde, o Cristianismo já tinha se tornado suficientemente forte, e Juliano no leito de morte exclamava “Tu venceste, ó galileu!”

Assim, o grande Império Romano, o maior que a História já conheceu, se ajoelhou diante da Cruz e da Igreja Católica. É impressionante que a Igreja conquistou Roma, não pela força das armas, mas pela força da fé e do sangue.

Essa façanha só foi possível porque ela é verdadeiramente divina, divindade esta que provém Daquele que é a sua Cabeça, Jesus Cristo e da sua Alma, o Espírito Santo.

Os padres da Igreja, os seus primeiros teólogos, cunharam uma frase que ficou célebre: “Onde está Pedro, está a Igreja, onde está a Igreja, está Cristo” – Isto é, não existe Igreja de Jesus Cristo, sem Pedro.

A autoridade da Igreja em questões de fé e moral

Há uma impressão vaga mas persuasiva, de que manifestar dúvidas é sinal de modéstia e de democracia, ao passo que demonstrar certeza é considerado dogmatico e ditatorial. – Christopher Derrick

Jesus Cristo instituiu a Igreja, que pôs Pedro como sua cabeça, “tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” e lhe deu as chaves do Reino dos Céus. E Lê-se também que confiou aos Apóstolos a missão de ensinar e tutelar a doutrina: “Ide pois e fazeis discipulos todos os povos (…) ensinando-os a guardar tudo o que vos mandei”. Ao mesmo tempo, afirmou-lhes que não os deixaria sós “Eis que estarei convosco todos os dias até o fim do mundo”, mas que, pelo contrário, garantiria o acerto dos ensinamentos: “Tudo o que atardes será atado nos céus, e o que desatardes será desatado nos céus”.

Se essas pessoas dizem que aceitam o Evangelho como de Deus, há de ser-lhes francamente difícil negar que a Ifreja foi instituida por Cristo e recebeu dEle o poder de ensinar com autoridade a sua doutrina, que tem e terá sempre Cristo ao seu lado, preservando-a do erro nas questões em que, comprometendo a sua autoridade, se pronuncia de forma solene.

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