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“Não Julgareis” O Ensinamento Mais Incompreendido de Jesus Cristo

Tempo de leitura: 6 min

Escrito por Davi Klein
em março 18, 2025

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O ensinamento de Jesus de “Não julgareis” é um dos versos bíblicos mais citados e mais incompreendidos, quase sempre utilizado fora de seu contexto original.

Além do mais, não julgar não significa que todas as ações são iguais em termos de moralidade, nem que a verdade é relativa/subjetiva. A Bíblia ensina que existem ações más e boas, e que a Verdade é objetiva e eterna.

As pessoas utilizam desse verso “Não julgareis”, muitas vezes, na tentativa de silenciar os seus críticos e opositores, utilizando esse verso no sentido de: “Você não tem o direito de me dizer que o que eu estou fazendo é errado”, ou no sentido de que “tudo é permitido, não existe certo ou errado, posso fazer o que quiser e você não tem o direito de opinar na minha vida”.

Esse ensinamento, no entanto, não significa que devemos apagar todo o nosso discernimento e sermos 100% do tempo tolerantes e aceitar 100% das práticas que o mundo cultua e nos apresenta como “boas”. Imediatamente depois de Jesus dizer “Não julgue para não ser julgado” ele diz:

“Não deem o que é santo aos cães, nem joguem pérolas aos porcos; pois os porcos pisotearão as pérolas, e os cães se voltarão contra vocês e os atacarão” Mateus 7:6

Um pouco mais tarde, no mesmo sermão, Ele diz: “Cuidado com os falsos profetas. . . . Pelos seus frutos os reconhecereis” (versículos 15–16). Como podemos discernir quem são os “cães”, os “porcos” e os “falsos profetas”, a menos que tenhamos a capacidade de fazer um julgamento sobre doutrinas e ações? Jesus está nos dando permissão para distinguir o certo do errado.

Essa ideia de que Jesus não repreendeu os pecadores, nunca julgou ninguém ou foi algum tipo de hippie ou maricas fraco é uma piada! Se um cristão sugere num fórum público que alguma atividade é imoral, ou mesmo prejudicial, somos rapidamente silenciados com “Jesus disse, “não julgue”. Na verdade, “julgar” ou “intolerância” tornou-se uma das únicas coisas que a nossa sociedade como um todo está disposta a chamar de algo mau.

As pessoas muitas vezes usam “não julguem para não serem julgados” para tentar cancelar todo o raciocínio moral cristão. Os cristãos não devem condenar as pessoas, mas certamente devemos pensar e falar sobre o que é certo e o que é errado, o que significa julgamento. A mera moralidade legalista não é o nosso objetivo final, mas a moralidade tem que ser importante para nós ao longo do caminho.

Essa ideia de que não se pode julgar ou repreender ninguém não foi o que Jesus disse! E odeio ver as pessoas tirarem isso do contexto para defender pecados flagrantes como a homossexualidade, o aborto e outros pecados o tempo todo. “Não me julgue, só Deus pode me julgar” Eles interpretam esses versículos de julgamento fora do contexto

Os cristãos são frequentemente acusados ​​de “julgamento” ou intolerância quando falam contra o pecado. Mas se opor ao pecado não é errado. Eis alguns versículos bíblicos que demonstram como não podemos ser tolerantes ao erro:

“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras. É isso que você deve ensinar, exortando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. Ninguém o despreze” Tito 2:11-15

“Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’. Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano” Mt 18:15-17

Gálatas 6:1 “Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado.”

“Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente: Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina.” 2 Tm 4:1-2

1Tessalonicenses 5:21. “Examinai todas as coisas, retende o que é bom.”.

A Fraqueza da Tolerância

A tolerância não é uma virtude cristã. A tolerancia, como já disse Chesterton, “é a virtude do homem sem convicções.”

Ser bom é ser tolerante? A Bíblia nos chama ao amor, a verdade e a justiça, mas nunca a tolerância do erro. Jesus não foi um homem passivo. Ele demonstrou graça para os arrependidos, mas jamais tolerou o pecado “Vai e não peques mais”

O problema da tolerância moderna é que ela exige que os homens abandonem suas convicções em nome da aceitação. Mas um homem de verdade não se curva ao politicamente correto. Tolerar aquilo que destroi a sua família, sua fé, seus valores não é virtude, mas sim fraqueza.

Nesse tipo de ambiente onde a tolerância reina, em que todas as opiniões são validas e não devem ser de forma alguma contestadas (senão você estaria sendo intolerante), não é mais possível encontrar nenhuma verdade, nem fazer nenhum raciocinio, numa mudez universal, onde não há mais trocas de ideias e discussões.

“Se a liberdade significa alguma coisa será sobretudo o direito de dizer as outras pessoas o que elas não querem ouvir” – George Orwell

“Quanto mais a sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a revelam” – Geroge Orwell

O maior pecado nos dias de hoje é a intolerância – as pessoas podem acreditar no que quiserem, conquanto que não digam as outros que eles estão errados.

Alguns dizem que temos que aprender a não julgar, porém o não julgamento não é um estado de imbecilização em que você suspende seu pensamento racional e aceita todas as premissas que lhe são apresentadas como igualmente verdadeiras. Nessa era de confusão e excesso de informações, você precisa estar dedicado a usar a sua mente racional para discernir o que é verdadeiro e o que é falso.

Na verdade, quando Jesus Cristo ensina o não julgamento, ele se refere a uma atitude de não sermos prepotentes e arrogantes, de não nos considerarmos moralmente superiores aos demais, pois todos nós somos pecadores e destituídos das graças de Deus. Todos erramos e por isso mesmo, antes de apontar o dedo para os pecados alheios, precisamos direcionar nosso olhar para nosso próprio comportamento e mentalidade.

Julgar de maneira justa

João 7:24 diz: “Não julguem de acordo com as aparências, mas julguem de maneira justa”. Aqui temos uma pista sobre o tipo certo de julgamento versus o tipo errado

Primeiro, não devemos condenar outras pessoas. Podemos dizer que algo está errado sem condenar quem o faz. A abordagem que costumo adotar é mais ou menos assim: “Olha, quero ter certeza de que você sabe o que a Bíblia diz sobre isso. O que você faz sobre o que a Bíblia diz não é minha decisão. Estou lhe contando o que sei da Bíblia, e o resto fica entre você e Deus.”

O julgamento superficial é errado; O julgamento hipócrita é errado; O julgamento duro é errado; O julgamento arrogante é errado – Somos chamados a humildade e Deus despreza o orgulho.

Em Tiago 4:6, a Bíblia diz: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”.

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.” Mateus 7:3-5

“Portanto, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo”. Romanos 2:1

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