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A Revolução Cultural Marxista e a Destruição da Civilização Cristã Ocidental

Tempo de leitura: 13 min

Escrito por Davi Klein
em janeiro 12, 2025

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Esse post é uma transcrição do capítulo “A cultura Marxista” (p.96-107) do livro “Marxismo – uma ideologia atraente e perigosa” do professor Felipe Aquino. É um texto muito importante para entendermos a situação atual da humanidade, pois vivemos em uma cultura marxista/ateísta, que nos leva a crer que o comunismo é a salvação da humanidade enquanto que o evangelho e a igreja de Jesus Cristo sao atrasos e impecilhos para a felicidade do ser humano.

Recomendo muito a leitura desse livro para você não se deixar levar/seduzir para a praga do marxismo e saber como combatê-lo.

A Cultura Marxista

Com a queda do comunismo na Rússia em 1989 e a dissolução da antiga URSS, os marxistas perceberam que tinham de agir de outra forma para continuar com a revolução marxista no mundo. Influenciados pelo comunista Antônio Gramsci, italiano, migraram da luta armada para a cultura, com objetivo de dominaar a mídia, as universidades, os sindicatos, os intelectuais e a igreja católica (teologia da libertação).

O marxismo cultural é um movimento ideológico que pretende implantar a revolução marxista por meio da transformação da cultura ocidental, baseada na fé judaico cristã. O objetivo é eliminar os valors éticos e morais da sociedade. Uma das sociedade moralmente fraca é a mais fácil de aceitar revoluções.

Os métodos violentos que nortearam a prática marxista do século XX foram abandonados, mas as ideias básicas que constituem o marxismo continuam as mesmas: ateísmo, luta de classes, fim da propriedade provadas, estatização das empresas, forte propaganda, destruição da moral cristã. etc…

A doutrina de Gramsci e de outros intelectuais europeus como os integrantes da Escola de Frankfurt, modificou por completo e, para pior, toda a estrutura cultural do Ocidente nas últimas décadas.

A cultura marxista foi alimentada na “Escola de Frankfurt” de pesquisa sociológica que deu ênfase a “personalidade autoritaria” da sociedade e a “teoria crítica” ou contracultura, de modo a destruir instituições tradicionais, como a família e a religião, dentro do conceito “politicamente correto”. Tinha entre seus teóricos Theodor Adorno, Herbert Marcuse, Eric Fromm, Walter Benjamin, Marx Horkheimes, Jurgem Habermas, Eric Hobsbawn, Umberto Eco e outros.

Na década de 1930, a Escola transferiu suas atividas para os EUA, fugindo do Nazismo, primeiro para a Universidade de Colúmbia, em NY, e depois para a Califórnia. Após a segunda guerra mundial, a Escola voltou a Frankfurt.

Antonio Gramsci foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano, em 1921. Ele discordava parcialmente das teses revolucionárias de Lenin e pregava a tomada do poder pela ação cultural, contando com a supremacia dos intelectuais infiltrados no governo e nas suas instituições. Sua obra mais importante foi “Cadernos do Cárcere” escrito durante sua prisão na Itália, de 1926 a 1935.

Esta obra foi publicada em vários continentes e passou a ser o “catecismo das esquerdas”, considerada um meio poderoso para implementar o totalitarismo marxista, sem a necessidade de usar a força e derramar o sangue, como ocorreu na Rússia, na China, em Cuba, no Leste Europeu, na Coreia do Norte, no Camboja e no Vietnã do Norte.

Antonio Gramsci é idolatrado nas universidades brasileira, é um ideologos mais importantes do comunismo e um dos autores mais citados nos trabalhos academicos.

Nos seus cadernos, Gramsci desenvolveu as técnicas para que a esquerda pudesse conquistar o poder. Ele apresenta uma nova maneira de agir mediante uma lavagem cerebral da população, buscando convencer as pessoas de que a sua ideologia é a única via para a prosperidade e felicidade.

Assim, o marxismo deve ser apresentado de forma atraente. Uma tática é modificar o sentido das palavras usando eufemismos, apresentando algo ruim como se fosse bom. Isto deve ser feito principalmente com o público jovem nas escolas e universidades. Outra tática é mentir até que a mentira tome aspecto de verdade, especialmente para os menos esclarecidos.

Para Gramsci, copiando Maquiavel, “Os fins justificam os meios” e qualquer ato só pode ser considerado bem se for útil para e revolução marxista, independente de qualquer moral. Esta revolução deve ser de forma pacífica e disfarçada, lenta e gradual. Sua ideia é a substitução da “ditadura do proletariado” pela “hegemonia do proletariado” e “ocupação de espaços”, por uma classe dominante.

Assim, os antigos militantes da luta armada marxista passaram a agir pelas vias democráticas: tornaram-se parlamentares, ministros, membros do governo, ecologistas, professores, comentaristas da mídia, líderes religiosos e integrantes de ONGs. A estratégia “democrática” é a da revolução passiva” ensinada por Antônio Gramsci.

Os ideais marxistas continuam de pé e muito vivos, como se pode ver nos programas dos partidos políticos marxistas; o que se pretende com o marxismo continua sendo a tomada do poder por meio de uma revolução cultural. Trata-se, par a par, desmontar a cultura judaico cristã ocidental, implementando o materialismo pagão, racionalista, abolindo tudo o que é sobrenatural.

Muitos professores universitários e de colégios, especialmente das áreas humanas (filosofia, pedagogia, assistência social, história, sociologia, direito) estão altamente dominados pelas ideias marxistas; da mesma forma que os artistas, jornalistas, sindicatos, líderes de movimentos sociais, etc. Os meios de comunicação propagam as ideias marxistas através de novelas e noticiários, e vão influenciando e criando no povo uma mentalidade contrária ao Cristianismo.

O governo marxista financia os órgãos de comunicação para levar notícias falsas, seletivas e manipuladas ao povo. Por outro lado, as forças armadas são enfraquecidas e o povo desarmado, com a desculpa de diminuir a criminalidade; mas o governo e os criminosos não são desarmados.

São criadas leis que dificultam a ação policial e beneficíam os infratores. Ha também a invesão de terras e de propriedades públicas e privadas. São criadas universidades públicas que fomentam o marxista.

É fácil perceber a propagando que se faz da homossexualidade, do divórcio, da ideologia de gênero, , de inseminação artificial, do sexo livre, tudo que concorra a destruição dos valores cristãos.

Embora os cristãos sejam a grande maioria na sociedade, no entanto, é uma maioria calada, dominada por uma minoria “gritante”, altamente ativa e organizada, bem treinada, ameaçadora e fria. A maioria do povo brasileiro é conservadora em termos de moralidade, como vemos nas pesquisas, mas os adeptos da cultura marxista procuram passar toda uma programação a favor de antivalores cristãos para desmontar a moral cristã e desmoralizar a igreja. São acusados de ferir os “direitos humanos” e o “estado laico”m quem defende a moral cristã. Uma técnica é eliminar também as festas católicas, como Natal, Pascoa, etc. Agora tenta-se substituir as expressões AC (Antes de Cristo) e DC (Depois de Cristo), por AEC (antes da era cristã) e DEC (depois da era cristã). O objetivo claro é eliminar o nome de Cristo.

Vemos a profanação de muitas igrejas, sendo pichadas e queimadas, sacrários profanados, cruzes e estátuas de santos derrubadas, autoridades da igreja afrontadas. Há hoje uma forte cristofobia: uma mentalidade laicista que tenta torna a Igreja ilegitima; tenta-se eliminar qualquer expressão social que tenha vínculo com a religião. É probido falar de Deus em alguns ambientes. Sobretudo o feminismo radical marxista realiza atos extremos de profanação, como a simulação do aborto de Cristo por Nossa Senhora.

Uma das táticas dos marxista é policiar o comportamento dos verdadeiros cristãos, como um verdadeiro “patrulhamento ideológico”, nas escolas, universidades, imprensa, mídia, sindicatos e até na Igreja. Sobre isso disse Bento XVI que “não sofreremos mais o martírio da cruz, mas o da ridicularização . A tática é zombar e perseguir os cristãos, ampliar e divulgar seus erros, sobretudo do clero, com o objetivo de “desmoralizar” a igreja, porque ela se opõe aos ideais e meios marxistas. Não há duvida que a Igreja Católica sempre foi a grande pedra no caminho da implantação do comunismo num país.

A cultura marxista estimula o laicismo, eliminando a oração e aula de religião nas escolas, alegando que viola o princípio de separação de Igreja e Estado. Esquece-se que o Estado é laico, mas que o povo e religioso, em sua maioria cristão.

Os líderes marxistas procuram assumir a liderança e o controle das universidades e demais instituições sociais, usando-as como meio de propagar a ideologia marxista, facilitando para isso o cúrriculo escolar e assumindo o controle das associações de professores.

Procura-se eliminar todas as leis que são contrárias a obscenidade, chamando-as de censura e violação da liberdade de expressão e de imprensa. Quebram-se os padrões culturais de moralidade, promovendo a pornografia em livros, revistas, filmes e televisão. Infiltra-se na imprensa, internet, tomando o controle dos pontos chaves no rádio, televisão e cinema.

Inflitra-se nas igrejas e procura-se substituir a religião Revelada por uma religião social e desacreditar a Bíblia como se fosse uma crendice.

Junta-se com isso a “revolução sexual”, fotalecida por filósofos ateus como Herbert Marcuse, que escreveu o livro “Eros e Civilização”, e que deu partida a revolução sexual. Este livro é muito lido por jovens universitários. Por isso, vemos hoje a erotização de crianças, adolescentes e jovens.

A par disso, desencadeou-se “A revolução feminista”, dando origem a ideologia de gênero, lançada na IV conferência mundial nas nações unidas sobre a Mulher.

A meta da revolução feminista não é simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente.

A preocupação do movimento da desconstrução social, Queer, é a criação e a implantação de uma nova teoria, de uma nova educação baseada nos seus próprios valores.

A igreja não é nem feminista e nem machista; ela sempre valorizou e valoriza homem e mulher tal qual foram criados por Deus. Ela, desde Jesus Cristo, sempre valorizou a mulher a nanonizou muitas santas brancas, negras, pobres e ricas, cultas e ignorantes. Onde a mulher é mais valorizada é no Ocidente Cristão, completamente diferentes dos países orientais não cristãos.

Para difundir o marxismo cultural na América do Sul, e a tomada do poder, foi criado o “Foro de São Paulo”, para restabelecer na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu. Muitos países estão envolvidos na mesma luta. Na América Latina foi cunhada a palavra “Socialismo do século XXI”, um sistema neocomunista.

Os governos marxistas se auxiliam mutualmente na América Latina, com recursos financeiros transferidos de um para o outro para sustentar essa ideologia.

Outro objetivo do marxismo cultural é criar leis, estatutos e normas com objetivo de tirar a autoridade dos pais sobre os filhos. O Estado marxista visa criar menores sem limites e sem respeito a autoridade da família dos pais e professores, sem referência a princípios morais, exigindo “direitos”, mas ignorandos os direitos e limites alheios, idolatrando o “Estado”, como uma espécie de “pai” e “mãe” protetores.

Esse vazio moral deixado pelos pais e pela escola será substítuido pela “engenharia social”, dos educadores marxistas, como Paulo Freire, que injetam toda sorte de cultura politicamente correta nas crianças, desde a ideologia de gênero a erotização. O objetivo é formar uma “massa de manobra”, semialfabetizada e rebelde, manipulada pelas tiranias dos políticos marxistas e da burocracia estatal. Nesta linha a educação é intencionalmente deficiente, com o objetivo dos jovens mal formados intelectualmente ficarem na dependência do Estado. Que futuro terão esses jovens? O que o pais pode esperar deles?

A cultura marxista promove também, sistematicamente, o “aparelhamento do Estado”, isto é, coloca os agentes do Partido em todos os órgãos do Estado. É a famosa “ocupação de espaços” recomendada por Gramsci.

Aplica-se ainda uma mentalidade burocrática, para poder criar um grande número de repartições públicas, de empresas estatais e de funcionários. Incha-se o Estado com um número exagerado de funcionários públicos. Essa estratégia favorece desviar recursos dessas instituições para fortalecer a ação ideológica implantada (corrupção). Fruto disso são os escândalos de corrupção que vemos. As estatais gigantescas se tornam instrumentos úteis para o domínio marxista.

Uma tática sutíl é também tachar de pessimista e “inimigo do Estado” os que se opõem a essas medidas, tratando-os com incoerência. Nos debates públicos se procura todas as formas calar os contrários, sejam com argumentos falsos ou com estratégias fritos e protestos barulhentos.

Algumas palavras chaves são usadas na cultura marxista:

  • Hegemonia cultural – criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, de modo que quando se tiver tomado o poder, já não haja resistência. Isso deve ser feito, pelos professores e intelectuais formadores de opinião, a mídia e os livros. Também o proletariado deve entrar na atividade político e cultural com o objetivo de se tornar uma classse dirigente.
  • Intelectual orgânico – trata-se do intelectual ligado ao Partido. A expressão foi criada por Gramsci para qualificar o militante marxista que atua no magistério. O método de ação não deve ser a de atacar o sistema, mas a de fazer a sua decomposição, com a ação de militantes que vão destruindo aos poucos os valores da moral cristã.
  • Politicamente correto – é uma das maneiras de das nomes as realidades usando palavras diferentes, eufemismos, para aliviar a realidade e de certa forma enganar as pessoas. Por exemplo, ao invés de falar aborto, fala-se “direito da mulher sobre o seu corpo”; prostituta passa a ser “trabalhadora do sexo”, etc.

Os adeptos do marxismo exigem tolerância para com suas posições, mas não dão a mesma tolerâncias a quem discorda deles e agem agressivamente contra esses.

A agenda marxista defende ainda a liberação das drogas, destruição das religiões tradicionais e defesa das culturas pagãs, liberdade irrestrita para o cidadão e maior intervenção do Estado na conduta privada, além do enfraquecimento da classe média, tida como inimiga do sistema.

O novo marxismo é implementado em 3 etapas

1 Etapa: Governo populista, assistencialismo, aumento da quantidade de cargos públicos, aumento de alários, controle paulatino dos meios de comunicação e da cultura, corrupção, discriminação e direitos humanos, revisão da história recente, desvalorização dos símbolos pátrios, aumento da deliquência, desmantelamente progressivo das forças de segurança ou da sua cooptação com o novo regime, utilização de menores de idade para delinquir, fragmentação da oposição, ataques a igreja católica, ocupação de fábricas e terras “não produtivas”, aumento de ONGs de esquerda, criação de grupos de choque, criação de novas universidades de orientação esquerdista, aumento de impostos, aumento do consumo de drogas e narcotráfico, censo habitacional para conhcer os domicílios desocupados, fragmentação da central dindical, quebra do sistema de saúde.

2 Etapa: Etapa de implantação e consolidação: quebra da classe média, reforma constitucional, aprovação do casamento homosexual, aprovação do aborto, lei da censura, perseguição midiática e judicial, colapso do judiciário, a deliquência governa as ruas, legalização da maconha, destruição moral e física das Forças Armadas e da Segurança Pública, oposição fragmentada (incapaz de gestão eficaz, mesmo vencendo as eleições), elegem-se novos inimigos para serem combatidos pelos grupos de choque do sistema, divisão de municípios e estados, perseguição religiosa (especialmente contra católicos e evangélicos, criação de milícias armadas

3 Etapa: Fase inicial do neocomunismo, expropriações, presos e crimes políticos, ataque a Igreja Católica, regime eleitoral a feição do partido do governo, eleições espúrias, espirial inflacionária, além do desarmamento da população (para deixar o povo a mercê do governo).

Estados totalitários falsificam sistematicamente a verdade, exercem mediante os meios de comunicação uma dominação política da opinião, “manipulam” os acusados e as testemunhas de processos públicos e imaginam assegurar sua tirania sufocando e reprimindo tudo o que consideram “delito de opinião”

A autoridade pública deve respeitar os direitos fundamentais da pessoa humana e as condições de exercício de sua liberdade.

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